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Volkswagen Eos

Edição: Ignacio Montanha
Imagem de Topo: Diego Silvestre
Texto: Baseado no Press-Release Oficial VW

Data: 20 de Junho de 2008


Eos, Irmã de Hélio e Selene, significa a personificação do amanhecer, é mencionada na mitologia grega como uma bela deusa encarregada de abrir o dia.

 

Por trás desse nome mítico, o veículo que trataremos neste artigo é o primeiro modelo CC (Coupé / Cabriolet) produzido pela Volkswagen, que acumula mais de um milhão de cabriolets produzidos somando Fusca, Karmann-Ghia, Golf I e III e New Beetle, agora com o Eos a marca inicia uma nova etapa nesta categoria.

 

O modelo, concilia o melhor de dois mundos e inova por ser o primeiro coupé-cabriolet com teto-solar integrado.

 

A grade cromada estreada no Passat 3C, e os faróis dianteiros expressivos mostram a atual tendência do design da Volkswagen.

 

Equipado com um sistema de capota em cinco peças, incluindo o teto-solar (CSC) embutido; a rápida transformação de Coupé em Cabriolet é possível graças a quatro cilindros hidráulicos em ambos os lados do veículo, que realizam o complexo mecanismo de rebatimento da capota.

 


SISTEMA DE CAPOTA (CSC)

O Eos é o primeiro automóvel do mundo dotado de um sistema de capota rígida rebatível com teto-solar em vidro. O trabalho de abertura e fechamento é realizado em apenas 25 segundos. O teto-solar CSC, sigla para “Convertible, Sliding and Coupé”, oferece não apenas mais apelo visual, como também vantagens de utilização.

 

Apesar de ser baseado na plataforma PQ-35, a mesma do Golf V / Jetta V, seu projeto possui algumas singularidades, como, a estrutura do pára-brisas, que não recua tanto para o interior do veículo como é habitual em conversíveis, sendo assim, não existe nada acima do condutor e do passageiro dianteiro, a não ser o céu. Em segundo lugar, é muito mais fácil entrar e sair do veículo, pois, graças à posição do pára-brisas, nem o condutor nem os passageiros necessitam desviar suas cabeças das colunas "A". Em terceiro lugar, o teto-solar é extremamente útil quando não há sol, até porque o verão não é eterno, nestes casos, o generoso teto-solar montado no Eos atrai a luz e o ar.

 

Pesando cerca de 12kg, 1.125mm de largura e 0.605mm de comprimento, o teto-solar claramente excede as dimensões dos sistemas convencionais. Totalmente recolhido, possui uma abertura de 1.035mm de largura e 0.390mm de comprimento, podendo ser aberto também em compasso até 35mm.

 

A capota rígida do Eos é construída em metal e vidro, como particularidade, antes de acionada a abertura, os sensores integrados nos pára-choques, fazem a "leitura" do espaço disponível atrás do veículo em busca de obstáculos, se forem detectados, a abertura é bloqueada automaticamente.

 

INTERIOR


Como é hábito na Volkswagen, a maior parte dos comandos e equipamentos estão concentrados na seção central do painel, com diversas soluções de conforto espalhadas por ambos os lados do habitáculo. Tanto as saídas de ar, como os elementos de instrumentação são embelezados por um contorno em metal e, como opção, o interior pode ser combinado em duas cores, a parte superior do painel é sempre dominada por cores escuras, de forma a minimizar reflexos nas janelas, e a parte inferior, bege, cinza ou preto.

 

Os painéis interiores das portas apresentam um design completamente novo, a parte central dos painéis das portas pode receber acabamentos com aplicações em alumínio escovado ou madeira.

 

- Easy-Entry com sistema de memorização da posição do banco

Pela primeira vez, a Volkswagen recorre a um sistema de controle eletrônico para o sistema “easy-entry” de rebatimento dos bancos dianteiros facilitando o acesso aos bancos traseiros, graças à este sistema, os bancos memorizam a posição escolhida pelo condutor e pelo passageiro e regressam a essa mesma posição ao toque de um botão, um grande passo, pois, os sistemas anteriores não memorizavam a posição, exigindo uma nova regulagem a cada uso. As versões de entrada estão equipadas com bancos convencionais.

 

- Bancos elétricos com 12 regulagens

O Eos, opcionalmente pode ser equipado com bancos elétricos com 12 posições de regulagem (exceto na versão de entrada do 1.4 TSI). O banco do motorista e passageiro, dispõem do comandos elétricos para o sistema “easy-entry”, apoio lombar, ajuste em distância, altura e inclinação.

 

- Climatronic

Dadas as características especiais do Eos (conversível e coupé) o sistema de ar-condicionado automático Climatronic, foi redesenhado em conformidade com estas especificações, assim, o ar-condicionado regula o seu funcionamento em função da capota estar fechada ou aberta. Os valores e os padrões de funcionamento estão armazenados no sistema de gestão eletrônica do mesmo, sendo ativados conforme o modo de utilização.

 

MONOBLOCO

O Eos mede 1.791mm de largura, 4.407mm de comprimento e 1.437mm de altura. A distância entre eixos é de exatamente 2.578mm, estas dimensões influenciam a dinâmica do Eos: devido à largura relativamente generosa em comparação com o comprimento e a altura, as bitolas generosas (mais de 1.550mm), não sendo apenas um fator de elegância, contribuem para o comportamento ágil e seguro. Outro fator que contribui para as características dinâmicas do monobloco é a elevada rigidez do conjunto, o peso é alto, 1.469 kg (1.4 TSI), devido ao uso específico de painéis de metal de alta resistência e de outras soluções inovadoras, tal como o sistema de calhas interiores das portas, a rigidez dinâmica e estática do Eos alcança os maiores valores da classe.

 

Uma das limitações estruturais de um conversível reside na perda de rigidez pela ausência de um teto fixo, para o Eos, desenvolveu-se uma solução que permite de certa forma contornar esta limitação utilizando metais sólidos e ultra-sólidos reforçados e moldados, tanto no assoalho como nas laterais do veículo, estes materiais de elevada resistência, moldados em alta temperatura são utilizados em todas as partes da carroceria mais relevantes em termos de rigidez estrutural, como as colunas A, as barras transversais centrais que formam a “falsa” coluna B, portas e elementos transversais no assoalho do veículo. Os ganhos em termos de rigidez estrutural são enormes e a solidez de todo o conjunto reflete-se também na ausência de ruídos estruturais e de rolamento.

 

Suspensão, Freios e Direção

Em termos de chassis, o objetivo inicial foi dotar o Eos com as melhores características de conforto e performance, dois conceitos habitualmente incompatíveis. No capítulo suspensão, o eixo dianteiro é do Golf, tipo McPherson e o eixo traseiro do Passat 3C, "four-link", fazem com que o Eos disponha das melhores soluções da atualidade em termos de suspensão, o acerto, cargas de molas, amortecedores e diâmetro de barras estabilizadoras possuem características próprias. O modelo foi arduamente testada em ruas e estradas, além do mítico circuito de Nordschleife/Nurbürgring, uma antiga iniciativa da BMW, que se tornou padrão aos fabricantes alemães.

Todo o conceito de direção e freios, foi desenvolvido de forma específica, seguindo os seguintes critérios: o eixo dianteiro e a direção não devem ser afetados pelo movimento e transmissão; a direção não deve vibrar (um problema comum em um cabriolet); a afinação geral da suspensão deve ser neutra e, como tal, facilmente controlável, porém, mantendo um comportamento ágil.

- Eixo dianteiro McPherson:

O eixo dianteiro McPherson do Golf foi especialmente adaptado às características do Eos, um automóvel mais pesado (1469kg na versão base e 1.627kg no V6 completo). A estrutura é formada por amortecedores telescópicos e molas helicoidais, com barra estabilizadora.

- Suspensão traseira Four-link

Comparado com outros conceitos, o sistema de quatro braços oferece o nível máximo de conforto e estabilidade. Graças ao esquema especial entre as ligações, a dinâmica longitudinal e transversal passam a estar separadas. A separação das funções garante, por um lado, a máxima dinâmica e segurança de condução e, por outro lado, um elevado conforto em rolamento, além disso, o eixo traseiro também dispõe de barra estabilizadora.

 

- Direção assistida eletro-mecânica

O comportamento e o conforto do Eos devem-se, e grande parte, à adoção de um sistema de direção do tipo eletro-mecânico (EPS). Este sistema dispõe de assistência variável em função da velocidade, o que traz vantagens, como é o caso da manutenção da estabilidade direcional em altas velocidades.

 

- Sistema de Freios e ESP

O Eos vem equipado de série com o sistema de controle de estabilidade ESP de segunda geração e o dispositivo de assistência à travagem de emergência "Dual Brake Assist". Os discos dianteiros são ventilados e apresentam um diâmetro de 288mm (em versões com motores de potências até 150cv), as versões mais potentes contam com discos dianteiros de 312mm e pinças específicas.

 

SEGURANÇA

 

A Volkswagen optou por montar de série no Eos novos airbags laterais duplos para proteção da cabeça / tórax. Durante uma colisão, os novos airbags abrem-se horizontalmente e verticalmente para cobrir a totalidade da área da janela e, como conceito, estes airbags possuem o mesmo efeito dos airbags para a cabeça e dos airbags de cortina lateral, soluções que, obviamente, não podem ser adotadas num cabriolet.

 

O Eos está equipado com um sistema de proteção em caso de capotamento (“roll bar”, ou barras de proteção para capotamento), o mecanismo fica alojado atrás dos apoios de cabeça, é ativado em 0.25 segundos depois que o sistema detecta uma aceleração transversal superior ao limite programado de fábrica. O sistema de “roll bar” corresponde, em construção e em funções, ao sistema utilizado no New Beetle Cabrio.

 

As barras de proteção são compostas por perfis de alumínio altamente resistentes, a posição normal das barras é assegurada por um interruptor magnético. em caso de capotamento, o interruptor magnético, ativado pelo sistema de controle dos airbags, libera o elemento de fixação das barras, fazendo-as emergir. Durante a ativação das barras, uma trava impede que estas voltem a se recolher. Juntamente com a estrutura do pára-brisas, este sistema oferece um excelente nível de proteção aos ocupantes em caso de capotamento. Se acionadas, as barras podem ser recolhidas através de um sistema reversível manual.

 

MOTORES/TRANSMISSÕES

Os propulsores disponíveis refletem o que de melhor existe atualmente no mercado, recorrendo a sistemas de injeção direta que proporcionam excelentes performances e baixos consumos, além de reduzidos valores de emissões de gases poluentes. A gasolina (FSI e TSI) ou a diesel (TDI), os motores utilizados estão na vanguarda da tecnologia.

Conheça abaixo os motores disponíveis para a linha EOS:

1.4 TSI : Este motor à gasolina com injeção direta, sobrealimentado por Turbocompressor, rende 122cv à 5.600 rpm, com um torque máximo de 20.3kgmf entre 1.500 à 3.500rpm, proporciona um desempenho surpreendente considerando sua baixa cilindrada (1.390cm3). Com esta motorização, o Eos acelera de 0 a 100 km/h em 10.9 segundos e alcança uma velocidade máxima de 196 km/h. Em contraste com estes números, os valores dos consumos são extremamente baixos, com uma média de apenas 14.9km/l. Opcionalmente está disponível o novo câmbio DSG de 7 marchas.

 

1.6 FSI (FORA DE LINHA): Este motor à gasolina com injeção direta, com um deslocamento de 1.598cm3, , rende 116cv à 6.000rpm e, um torque máximo de 15.8kgmf à 4.000rpm, proporciona uma condução tranqüila e consumos baixos. Com esta motorização, o Eos acelera de 0 a 100 km/h em 11.9 segundos e alcança uma velocidade máxima de 192 km/h. Em contraste com estes números, os valores dos consumos são extremamente baixos, com uma média de apenas 13.1km/l.

 

2.0 FSI - 150cv : Com (1.984cm3) este motor equipado com o sistema de injeção direta e cabeçote multiválvulas (4 por cilindro), produzindo 150 cv à 6.000 rpm e um torque máximo de 20.3 kgmf à 3.000 rpm, esta motorização permite ao Eos, uma grande elasticidade, que se traduz por uma velocidade máxima de 210 km/h e uma aceleração de 0 a 100 km/h em 9.8 segundos, entretanto, os consumos são moderados, com um valor médio de 12.2 km/l.

 

2.0 TFSI - 200cv : Combinando a cilindrada mais elevada (1.984cm3), o sistema de injeção direta e turbocompressor, gerando 200cv à 5.100rpm e um torque máximo de 28.5kgmf entre 1.800 à 5.000rpm, esta motorização imprime ao Eos uma dinâmica expressiva, que se traduz por uma velocidade máxima de 232km/h e uma aceleração de 0 a 100 km/h em 7.8 segundos, contudo, os consumos são moderados, com um valor médio de 12.2 km/l.

 

3.2 FSI V6 - 250 cv: Com uma potência máxima de 250cv às 6.300rpm e um torque máximo de 32.6Kgmf entre 2.500 à 3.000rpm, o Eos animado pelo motor V6 de 3.2 litros (3.189cm3) encontra-se equipado de série com a transmissão DSG. Emitindo uma sonoridade distinta e um comportamento vigoroso, este propulsor possibilita ao Eos uma velocidade máxima de 247km/h e uma aceleração de 0 a 100 km/h em 7.3 segundos. O consumo médio é de 10.8km/l.

 

2.0 TDI - 140 cv: Potente e generoso, o 2.0 TDI oferece performances verdadeiramente fulgurantes para um propulsor diesel, graças a uma potência máxima de 140cv à 4.000rpm e o massivo torque máximo de 32.6 kgmf entre 1.750rpm à 2.500rpm, este propulsor leva o modelo a atingir uma velocidade máxima de 205km/h e a acelerar de 0 a 100km/h em apenas 10.3 segundos, equipado de série com um sistema de filtro de partículas, o 2.0 TDI, além de baixas emissões, proporciona um consumo médio muito baixo, apenas 16.4km/l. Opcionalmente para esta motorização, está disponível o novo câmbio DSG de 7 marchas.

 

Está disponível a transmissão DSG de dupla embreagem, em duas versões, uma de seis marchas para o 2.0 FSI, 2.0 TFSI e V6 3.2, e a nova versão de 7 marchas, opcional no 1.4 TSI (substituto do 1.6 FSI) e 2.0 TDI, o novo sistema combina o conforto de um câmbio automático, com a condução esportiva e os consumos moderados de uma caixa manual, realizando mudanças de marcha extremamente rápidas e sem interrupções na potência de tração.




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